Nós nunca fomos moças bem-comportadas. Pudera, nunca tivemos vocação pra alegria tímida... Queremos da vida o que ela tem de cru e de belo. Somos dramáticas, intensas, transitórias e temos uma alegria que nos deixa exaustas. Por isso, não venha com meios-termos, com mais ou menos ou qualquer coisa. Nós acreditamos em alegrias explosivas, em olhares faiscantes, em sorrisos com os olhos, em abraços que trazem pra vida da gente. Em gente que fala tocando no outro, de alguma forma, no toque mesmo, na voz, ou no conteúdo. Nós acreditamos em profundidades. E temos medo de altura, mas não evitamos nossos abismos, são eles que nos dão a dimensão do que somos!
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