sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Dias de luta, dias de glória!


A vida é mesmo engraçada! Quatro anos vivendo os dias mais intensos, divertidos, angustiados, estressados e desafiadores. Sonhando com milhares de coisas e que em questão de 10 minutos acabam. Seis meses em cima de um trabalho, o TCC, monografia, ou como queira chamar... Aquilo que te deixa ansiosa, nervosa, angustiada, sem fome, com alguns fios de cabelo branco, finais de semana em casa, medo de não conseguir ou de fracassar. Aquele que é tão cansativo, trabalhoso, mas que no final te faz esquecer de tudo quando escuta: o trabalho foi considerado adequado e aprovado para graduação em Bacharel em Jornalismo.

Nessa hora passa um filme na cabeça. "Acabou?" Finalmente! um alívio toma conta, com uma sensação de mais uma etapa cumprida. É ao mesmo tempo uma mistura de medo com saudade, que traz cada vez mais insegurança, uma sensação de não saber para onde ir, o que fazer, enfim, como vai ser?

Um mundo novo nos espera lá fora. "O mundo começa agora. Apenas começamos!"

Nesses quatro ano fui privilegiada de encontrar em algumas pessoas o verdadeiro sentido da palavra AMIZADE. São nas horas mais difíceis que você vê em quem pode confiar. Unidas do começa ao fim, elas fizeram da minha vida, uma vida imensa e inesquecível. Convivendo diariamente pude ver em cada uma um pouco de mim. Estilos diferentes, claro, mas sempre uma completando a outra. Seja no estilo musical, maneira de se vestir, pra escolher que balada ir, pra qual delas devia pedir conselhos. Festas, bares, cervejas, vodkas, whisks, Tubarão, risadas, fotos, viagens, um mundo nosso, só nosso, que vivemos intensamente. Uma aprendendo com o defeito da outra, sabendo respeitar as diferenças, sabendo ouvir e falar o que realmente era preciso. Mesmo machucando, mas falando sempre a verdade. Amigas que quero sempre ao meu lado, porque sei que posso contar sempre, em qualquer situação. Só tenho que agradecer esses que foram os quatro anos melhores da minha vida. Onde pude ver o mundo, conhecer pessoas, lugares, culturas e conquistar amigos.

Os quatro anos se foram e o que resta são as recordações, as fotografias e as eternas risadas guardadas na memória. Éramos só um grupo de amigos que queria se divertir, sempre procurando ver o lado melhor da vida. Agora somos uma família e as nossas filosofias continuam acabando em uma mesa de bar.

Fazer parte dessa família me fez ser uma pessoa melhor e ter o privilégio de convivido com vocês também. Dizer obrigada é muito pouco perto de tudo o que aprendi. Enfim, por causa de todos que estiveram presentes tenho muito mais sorrisos e histórias pra contar!

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

** A minha imagem é você quem faz, mas a minha vida sou eu quem vivo!**



Mistura de loucura e doçura,intensidade e medo,risos e choros,gargalhadas e confidências.
Já apostei tudo e não ganhei nada,
Já deixei de apostar por medo de ganhar,e também mesmo não apostando, eu ganhei e perdi.
Idas e vindas,
Abraços e despedidas, muitas vezes sem palavras.
Explosões de sentimentos e borboletas no estômago.
Pernas bambas e mãos trêmulas.
Mistura de coragem e covardia,
Rebeldia como pedido de socorro,
Mistura de tranqüilidade e desejo,
Deixei para trás o que eu era, para ser o que sou hoje!
Me sinto mulher, mais tenho muito o que aprender ainda!
Tenho sonhos, desejos, loucuras, doçuras e rebeldias.
Quero mais borboletas no estômago e muitas doses de ansiedade.
Procuro viver o mais intensamente possível,
Quero ter experiências, carinhos, amores, paixões, alegrias e tudo o que eu puder sentir nesse mundo de explosões de sentimentos.
Me sinto louca ou apenas estou tentando sobreviver nesse mundo louco!
Quero poder amar sem ter medo,
Falar o que sinto sem parecer boba ou lunática;
Quero mais reciprocidade e cumplicidade, pois são esses os ingredientes mais excitantes que existem;
Levar e receber café na Cama;
Um Bom dia com o sorriso mais lindo do mundo,um colo que me faça esquecer a hora;
Apenas um beijo quando eu estiver braba ou de TPM,
Um abraço que me diz tudo que eu preciso “ouvir”;
Um amor inteiro, completo, sem mentiras e desculpas;
Quero rir de coisas bobas e simples da vida;
Quero muitos amigos, pois são eles que estão ao seu lado sempre!
Quero brincar parecendo uma criança,
Quero tudo de melhor que a vida pode me oferecer.
Arrependimentos? Tenho alguns sim, porém, tento a cada dia aprender com meus erros.
Só não erra quem não tem coragem!
Quero mais mar, sol , praia e lua;
Quero contar as estrelas deitada no meio da rua;
Busco apenas o simples,
sem muitas explicações e conselhos.
Quero o tudo e quero o nada,
Quero apenas viver, e vivendo, ser feliz!

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A voz da solidão


A dor mais doída é a da solidão. Aquela ausência consentida que aperta o peito. São pensamentos rasgados por um vazio completamente omisso. É a dor traduzida pelo silêncio infinito que dura um minuto. Quando não há mais o que falar e a mudez nos ensurdece com a verdade. Somente ela. Sozinha, nua, completamente despida de qualquer desculpa.
Estar só remete a crises de sono profundo como num passatempo imaginário. Não para congelar o tempo, mas para sentir-se confortável com a companhia dos sonhos. É não suportar a própria carência por que ela faz sentido. É a inexistência compartilhada do ser. A falta de cumplicidade, aquela mais tímida, mais íntima, mais insípida.
A súplica por uma companhia. Aquele sentimento de vazio que se tem mesmo quando está acompanhado por milhares de pessoas. É aproximar-se de Deus por piedade própria e não por agradecimento. Sim, quem vaga só sabe o peso do nada.
O calor obcecado em manter-se feliz, belo, radiante. Sentimento tolo, quase fútil. É estar pronto para algo novo e não aguentar mais dias iguais. É estar preso num calabouço de hipocrisia. É perder tempo com lorotas, fofocas, coisas tortas. É não se reconhecer. É dar-se conta de coisas que nem sabíamos que éramos capazes. É invejar secretamente a felicidade alheia, vivendo num paradoxo entre a realidade e a falsidade moral.
O desespero do coração arrítmico, os olhos tomados de lágrimas, a garganta melancólica. Mais nada. Nada. Apenas a respiração serena, como se a solidão estivesse zombando da nossa dor. Apenas a voz ausente que a tudo cala e que a tudo contradiz. A dor camuflada numa alegria falsa, não ocultada pelos olhos tristes. O sorriso disfarçado, melancólico, quase nostálgico. O que os olhos revelam, a gargalhada disfarça. Atenua, mas não esconde.
A solidão é um sumiço covarde, um jogo de paciência. Por vezes desinteressado, uma calmaria em meio à turbulência. É o silêncio que diz não. O arremate do fim.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Coisas que a vida ensina



Em épocas de aniversário eu fico meio nostálgica...

Quero da vida tudo o que há de cru e de belo. Não quero um punhado de pó mágico contra a dor, muito menos um oásis de doces e cores. Não quero que meus dias sejam apenas rotina. Levantar e deitar, retrato da monotonia.
Quero intensidade, atitudes regadas a impulso e entusiasmo. Quero sorrisos de bom dia, um abraço de despedida e chocolate para espantar o gosto amargo da solidão. Ah, e paixão. Quero um amor pra viagem, por favor? Sem gelo, aliás. Apenas uma rodelinha de limão e um pouco de açúcar.
Quero puxões de orelha necessários, arranhões que ensinam a respeitar limites, os meus e dos outros. Quero colinho de mãe quando o mundo sucumbir sob meus pés.
Quero um capítulo novo, repleto de aventuras. Quero os rabiscos multilineares e até mesmo aqueles retratos em preto e branco, tão sóbrios, quase incógnitos.
Quero jogar fora as amarras que me prendem ao passado, sacudir a poeira e seguir em frente. Quero lágrimas saudosas que lavam a alma e revelam a dimensão do que somos. Quero aprender a perdoar. Quero jogar fora o preconceito e experimentar as diferenças. Quanto mais diferente, melhor. Quero amigos, muitos deles. Dos mais loucos aos mais sensatos, mas todos de coração aberto. Nessa nova etapa da vida, quero deixar de ser quem eu era e me tornar quem eu sou.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Mais mulher pra ele

Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo: 'olha, não dá mais'. Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amava muito) com um e-mail, não é mesmo? Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu: mas agora eu to comendo um lanche com amigos'. Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não volta pra mim? Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia. Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito! Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora, participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas, quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu. Mas eu sou taurina com ascendente em áries, lua em gêmeos, filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim. Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida. Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida. Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip, cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antonio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris. Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto. O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele. Até que algo sensacional aconteceu... Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher, que eu acabei me tornando mulher DEMAIS para ele. Ele quem mesmo???
Martha Medeiros

domingo, 30 de agosto de 2009

Cores do coração


Eu sou virginiana, mas com tantos sagitários, gêmeos, leões e libras no mapa astral, que já nem sei o que sou. Na verdade, sou todos! Pelo menos a maioria! Definitivamente, sei que sou toda coração...
Mas cada dia é uma situação. Neste coração pode ter pisciniano, geminiano, aquariano, ou o que der na minha telha! Já que a vida é minha e as estrelas refletem minhas ações. Estrelas, números, cartas, pedras, etc... Todos me refletem!
Sou grande, ou seria de tamanho médio? Se bem que às vezes me sinto grande, enorme... Como se estes 1.76 fossem apenas o tamanho do meu coração. Imagine o tamanho de tudo junto?
Gosto de crescer, abraçar o mundo, sentir tudo e todos, e depois voltar a ser do tamanho de antes de nascer. Do tamanho de uma sementinha, acolhida no peito de quem se ama!
Tenho a idade da semente. Às vezes dou conselhos de anciã! Vejo em mim as palavras de minha avó e dou risada de coisas bobas. De repente preciso de conversas filosóficas, e depois volto às banais! E costumo voltar... pra casa... pros amigos que ficaram no caminho... e pra um amor que agora se deitou!
Tenho em meu coração algo como uma música... Que pulsa. Não, música não, porque o que tenho aqui é mais essencial, mais simples e mais poderoso também. É como se eu tivesse notas musicais no meu coração, que ressonam de um dó ao si, passando por todos os meios tons e possibilidades. E cada dia se expande mais, cada dia tem mais espaço, e volta a crescer...
Mundo novo, por que não? E junto com ele, muitas coisas a serem renovadas. Alguns retornos, algumas partidas...
Coração vivo. Coração assustado! Mas o mesmo coração que pulsa inteiro num corpo vermelho...
Por falar em cores, cada vez mais as quero por perto. Nada de tons pastéis, sem graça! Quero tons vivos, cheios de matizes, irritantes, ofuscantes, mas cheios de significados ...
Quero diversão. Muita diversão. A vida é muito breve, passa num piscar de olhos. Pra que deixá-la passar desapercebida? Quero passá-la conhecendo muita gente, das mais diferentes às mais parecidas. Das que eu entendo bem e das que sinto dificuldades em compreender. Afinal de contas, o que é certo e o que é errado? Então, por que não conhecermos o maior lado possível das histórias? O maior número de lados possível na matemática da vida!
Quero a soma. Somar pedacinhos ou pedaços inteiros, fazer da minha vida um patchwork bem colorido, pra depois, sorrindo e rindo (sempre rindo, quem me conhece sabe), entregar estas histórias costuradas pra meus netos. Meu legado! Minha vida!
Quero fazer dela um filme. Não me interessa quem vai querer vê-lo, pois nele vou atuar sempre com meu maior entusiasmo...
Não sei se quero dormir. Amo dormir, pois sonho sempre... Mas ultimamente, quero estar acordada... estar pronta é tudo!
E todo dia é dia... Todo dia é dia de amor, de roupa bonita, de cheiro bom, de risadas, de trabalho, de alegrias... Nenhum dia é mais, nenhum dia é menos. Todo dia é dia. É especial!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Enquanto isso...

Escravos de jó... jogavam cachangá... kkkkk

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

O que te faz feliz?????

Nós humanos somos seres estranhos. Nunca estamos felizes com nada. Vivemos sempre buscando algo que não temos, e o que temos já não nos importa. Algo como: a felicidade está em um patamar acima do nosso e estamos sempre a buscá-la. Enfim, por mais que tenhamos bens, saúde, uma família, sempre falta algo. Que seja algo distante, que seja impossível, pois será isso que iremos desejar, ainda que o que precisamos, de fato, esteja ao alcance de nossas mãos.

Carros, casas, bens, dinheiro, dinheiro. Seria essa a definição ideal de felicidade? Não sei, a resposta não é tão simples. Talvez a felicidade não se resuma nessas coisas, em bens materias, embora estas coisas ajudem muito. Talvez, as coisas mais mais valiosas que temos, por mais démodé que seja, são amores. Não amores carnais apenas, paixões, mas sim amores, amores pelo simples viver, do amanhecer de um dia, de uma vida envolta de prazeres simplórios, e que não são necessariamente relacionados a dinheiro. Tá, reconheço que isso é filosófico demais, mas é realidade. Afinal, a vida deve ser encarada como um simplicidade impressionante, porque a vida é mesmo complexa. Mas é difícil ver simplicidade na vida, porque, aliás, a felicidade é, além de tudo, complexa.

Quando criança, eu queria ser adulto, mas por que cargas d’água hoje eu gostaria de ser criança? Por que sentimos falta daquilo que tivemos, e que sempre desejamos descartar?

Afinal, o que te faz feliz? O que nos faz feliz? O que é ser feliz? Talvez seja a esperança de saber que o amanhã poderá ser melhor, e é por isso que batalhamos hoje. É, talvez ser feliz seja isso: viver o que temos pra viver da maneira que podemos.

sábado, 15 de agosto de 2009

Dia do Solteiro



Como 15 de agosto é Dia do Solteiro, nada mais justo que fazermos uma lista das vantagens de viver livre, leve e solta!

Vantagens de ser solteira:

1 - Tem vida social intensa. O preocupante é quando até os garçons conhecem pelo nome nos bares e você já tem conta mensal com o flanelinha.
2 - Só faz programa de índio para acompanhar as amigas. Daquela que parecia ser a megabalada ao soprar de velinhas da tia-avó, a parceria é garantida quando se trata de uma amiga.
3 - Não é traída. Afinal, antes solteira do que corna.
4 - Não é trocada pelo jogo na TV ou aquela pelada no meio da macharada suada.
5 - Aha! Sem sogras!
6 - Não precisa lidar com seres que tendem a ser expelidos do corpo. Mau cheiro, gases e arrotos parecem ser requisitos para o mundo masculino. Eca!
7 - Não precisa se preocupar com a matemática sentimental. Sim, porque a partir do momento em que dois viram um (casal), cada parte desse um tem que se dividir em dois. Se houvesse uma fórmula pra essa equação, Pitágoras teria de encarnar Freud para resolvê-la.
8 - Poder sair de casa usando decote lindo ou aquela saia que mais parece um cinto.
9 - Poder vivenciar a TPM plenamente, com direito a exageros alimentares, lágrimas compulsivas e chiliques, muitos deles.
10 – E se ainda não encontrou a metade da laranja, encontre a metade do limão, adicione vodka, açúcar, gelo e seja feliz.

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Aquela e Aquelas


“Ele (Chico Xavier) costumava ter em cima de sua cama uma placa escrita... ISSO TAMBÉM PASSA! Aí perguntaram para ele o porquê disso. E ele disse que era para se lembrar que quando estivesse passando por momentos ruins, poder se lembrar de que eles iriam embora. Que iriam passar. E que ele teria que passar por aquilo pó algum motivo. Mas essa placa também era para lembra-lo que quando estivesse muito feliz, não deixar tudo para trás e se deixar levar, porque esses momentos iriam passar e momentos difíceis também viriam de novo. E é exatamente disso que a vida é feita: “MOMENTOS”. Momentos os quais temos que passar, sendo bons ou não para o nosso próprio aprendizado. Por algum motivo, nunca esquecendo do mais importante: NADA É POR ACASO. Absolutamente NADA! Por isso temos que nos preocupar em fazer a nossa parte da melhor forma possível!”
Esse texto é daqueles que me conforta quando eu penso que nada vai dar certo. Sabe aqueles dias que tu acorda já com o pé esquerdo e só o que vem na tua cabeça são as aflições, os objetivos que por algum motivo não têm dado certo ou aquela típica TPM que nos acompanha a cada mês?
Então, hoje estou nesses dias aflita, angustiada e desiludida. Que bom hein?
Não gosto quando estou me sentindo assim, porque não sou assim e sei que isso tudo é culpa da maldita TPM!
Eu que sempre quero ser a mais forte, aquela que pensava que jamais se apaixonaria outra vez, aquela que está sempre pronta para ouvir e aconselhar suas amigas, por mais que não tenha a palavra certa, tem aquele ombro amigo e aquele abraço apertado que vale por mil palavras. Aquela que é estúpida, grossa, sincera, amiga. Aquela que tem uma família maluca e que tenta ser a mais equilibrada porque sabe que se cair, a família vai junto. Aquela que cuidou de seu irmãozinho como se fosse um filho e que ama mais que tudo nessa vida.
Aquela desastrada, festeira, gulosa, desligada...
Aquela encalhada da turma que prefere ficar com o seu companheiro inseparável (o copo) do que perder tempo com qualquer banana que aparece na balada com seu papinho inútil.
Aquela que as pessoas pensam que não tem coração, aquela insensível que não acredita em príncipes encantados, que não cai em qualquer papinho dessa macharada, aquela que mete “medo” nos marmanjos...
Aquela que sempre procura ver o lado bom das coisas. Aquele relacionamento que não deu certo, aquele acontecimento que te fez sofrer tanto, aquela desilusão com alguma amiga, aquela briga com teu pai, enfim...todos esses problemas nos servem para alguma coisa e eu sempre procuro tirar lição deles.
Se eu estou passando por um problema agora, é porque eu preciso passar por isso. Por eu ter essa certeza, é que consigo manter o equilíbrio e ser feliz. É feliz! Feliz por ter uma família, por poder cursar a faculdade que eu tanto desejava, por ser privilegiada de ter tantos amigos à minha volta.
O Las Katiatombos é um grupo de amigas a qual eu jamais conseguirei me separar. Meu porto seguro. Aquelas que respeitam todos os defeitos de cada uma. Aquelas que sabem que tu está naqueles dias de crise existencial e que fazem tudo para te colocar lá em cima e te falar que és a melhor pessoa do mundo. Aquelas que eu não tenho vergonha de deixar minhas lágrimas rolarem sobre meu rosto e dizerem por quem minhas pernas ficam bamba. Aquelas em que eu posso confiar sempre, a qualquer hora, à qualquer lugar. Aquelas que choram com o teu sofrimento e vibram com suas conquistas. Aquelas que se jogam para casa da praia num final de semana sem nada para fazer e ficam lá, rindo de seus desastres amorosos, seus tombos históricos regado de muita cerveja.
Aquelas amigas, cachaceiras, parceiras, festeiras, aquelas... AMIGAS!
Hoje naquele dia típico de TPM, que todas nós sabemos bem como é. Dias em que estamos sentimentais chorando assistindo aquela cena patética da novela das oito. E no dia seguinte nem parece aquela pessoa meiga e chorona. Já acorda com uma raiva incontrolável que é melhor ninguém ousar retrucar. Enfim...Aquelas mais loucas,com seus perfeitos defeitos, aquelas completas e insubstituíveis MULHERES!

Entre, senta e fique a vontade. Mas traz tua bebida.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Amigas



"Quando eu era pequena, acreditava no conceito de uma melhor amiga.
Depois, como mulher, descobri que se você permitir que seu coração se abra, você encontrará o melhor em muitas amigas.

É preciso uma amiga quando você está com problemas com seu namorado. É preciso outra amiga quando você está com problemas com sua mãe. Outra quando você quer fazer compras, compartilhar, curar, ferir, brincar ou apenas ser.

Uma amiga dirá: 'vamos rezar', uma outra: 'vamos chorar', outra: 'vamos lutar', outra: 'vamos fugir'.

Uma amiga atenderá suas necessidades espirituais, uma outra sua loucura por sapatos, uma outra sua paixão por filmes, outra estará com você em seus períodos confusos, outra será a luz e uma outra será o vento sob suas asas.

Mas onde quer que ela se encaixe em sua vida, independente da ocasião, do dia ou de quando você precisa, seja com seu tênis e cabelos presos, ou para impedir que você faça uma loucura... todas essas são suas melhores amigas.

Elas podem ser concentradas em uma única mulher ou em várias... uma do colégio, uma do colegial, várias dos anos de faculdade, algumas do atual ou de antigos empregos, algumas da academia, outras do grupo de teatro, em alguns dias sua mãe, em alguns dias sua vizinha, em outros suas irmãs, e em outros suas filhas.

Assim, podem ter sido 20 minutos ou 20 anos o tempo que essas mulheres passaram e fizeram a diferença em sua vida.

O importante é saber que a amizade é uma espécie de amor que nunca morre".

Com carinho,

Las Katiatombos

terça-feira, 11 de agosto de 2009

O contágio da alegria


Quero amigas que escutam
Amores que me bajulam
E ritmos que sacudam

Quero brisas no meu rosto
Contemplar o mar do meu posto
E descansar no meu encosto

Quero a saudade que contagia
Contágio de alegria
Surgida como magia

Quero trabalhar pela justiça
A liberdade que conquista
Nas aventura do dia a dia

Quero saúde pra população
Um “viva” para a profissão
De advogado sem gripe, não!


E fica a dica da Gabi Barreto:
"Se, apenas limpando as mãos com álcool, se elimina o risco do vírus da gripe suína, ingerindo bebida alcoólica, então, ele nem chega perto!"

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

Era uma vez...


São sete amigas e uma casa na praia. Festas, maquiagens, diversão e uma afinidade que ultrapassa as barreiras da amizade. Compartilham os mesmos valores, princípios e ideais de felicidade. São tão parecidas e ao mesmo tempo tão diferentes entre si. Mas é aquela diferença que soma, compartilha e torna o mundo mais confortável pra se viver.
É a alegria de estar junto, da certeza da reciprocidade, do ombro amigo quando o mundo parece desabar sob os pés. É a troca de energia, a cumplicidade e a experiência de ser compreendida apenas com o olhar. É o sabor do impossível, desejos insólitos e a busca constante pelos sonhos. Estes sim, praticamente inalcançáveis. Tudo regado a bom humor, e uma dose de sarcasmo.
Às vezes trocam os pés pelas mãos e pagam os maiores micos. São as histórias do final de semana, as gargalhadas soltas no tempo e o momento registrado pela fotografia. Tudo devidamente catalogado nessa que parece ser a melhor fase da vida.
Aos 20 e poucos anos já deixaram de lado o ar de garotinhas mimadas. São bem resolvidas, e têm até celulite! Correm atrás do que querem, não são mais burrinhas pra política e nem tapadas para relacionamentos.
Entre gargalhadas e confidências, criaram “Las Katiatombos” para unir essas amigas-irmãs.
Entre, senta e fica a vontade. Mas traz tua bebida.